Reforma Tributária: empresas precisam se preparar para 2027
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A Receita Federal identificou mais de R$ 745 milhões em créditos de PIS/Cofins sem respaldo legal para ressarcimento ou compensação no setor de concessionárias de veículos. Os resultados fazem parte da Operação Zero Km, que fiscaliza pedidos relacionados à compra, para revenda, de veículos, motocicletas e autopeças submetidos aos regimes de tributação monofásica e de substituição tributária.
Até o momento, foram auditados 1.176 pedidos de ressarcimento. Desse total, 22 contribuintes de dez estados tiveram as auditorias concluídas, com glosa integral dos créditos considerados indevidos. Outros 15 contribuintes ainda passam por auditoria.
Segundo a Receita, 649 pedidos de ressarcimento e compensação foram cancelados. A medida resultou na emissão de cobranças para a devolução de mais de R$ 251 milhões recebidos irregularmente.
A fiscalização analisa créditos de PIS e Cofins registrados a partir da aquisição de produtos destinados à revenda. Entre os itens envolvidos estão veículos, motocicletas e autopeças sujeitos a regimes especiais de tributação.
De acordo com a Receita Federal, nas situações examinadas, a legislação não permite o aproveitamento dos créditos solicitados para ressarcimento ou compensação. Por isso, os valores foram considerados sem respaldo legal.
A operação também vai avançar sobre créditos da mesma natureza utilizados pelas empresas para descontar as contribuições devidas na própria escrituração fiscal. Nesses casos, os valores que deixaram de ser recolhidos poderão resultar em autos de infração, com cobrança do tributo, multa e juros.
A Receita Federal informou que os cruzamentos de informações buscam identificar créditos registrados de forma genérica ou em campos considerados inadequados da escrituração fiscal. Entre os exemplos citados estão o registro F100 e os ajustes de acréscimo de créditos.
Segundo o órgão, esses registros podem dificultar a identificação de créditos indevidos pela fiscalização. A análise busca ampliar a detecção de irregularidades para além dos pedidos de ressarcimento e compensação já examinados.
A Receita Federal informou que os cruzamentos de informações buscam identificar créditos registrados de forma genérica ou em campos considerados inadequados da escrituração fiscal. Entre os exemplos citados estão o registro F100 e os ajustes de acréscimo de créditos.
Segundo o órgão, esses registros podem dificultar a identificação de créditos indevidos pela fiscalização. A análise busca ampliar a detecção de irregularidades para além dos pedidos de ressarcimento e compensação já examinados.
Fonte: matéria publicada originalmente em Noticias Contábeis. Reproduzimos o conteúdo aqui, com crédito ao veículo de origem.
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