“Empreender é coisa de louco”, segundo o fundador da Cacau Show
“Empreender é coisa de louco.” É assim que Alê Costa, fundador e CEO da Cacau Show, define a disposição de quem decide transformar uma…
Ler
O mercado de fundos imobiliários também reagiu negativamente à vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela presidência da República. O Ifix – índice dos FIIs mais negociados na Bolsa – operou em forte queda e fechou o dia com perdas de 5,64%.
O desempenho é o terceiro pior da história do índice, abaixo apenas das sessões do dia 12 e 18 de março de 2020, mês em que foi decretada a pandemia da Covid-19. Nessas datas, o indicador caiu 6,57% e 13,23%, respectivamente.
Individualmente, os fundos devolveram na sessão desta segunda-feira (26) os ganhos observados entre os primeiro e segundo turnos das eleições. No período, as carteiras chegaram a subir até 22% com a expectativa de vitória do candidato da oposição.
Hoje, nenhum dos 97 fundos que compõem o Ifix encerrou o dia em alta. Na outra ponta da lista, as quedas chegam a mais de 17%, como é o caso do TG Ativo Real (TGAR11), fundo que mais subiu antes do segundo turno do pleito. Veja as maiores baixas do dia.
Marcos Baroni, head de fundos imobiliários da Suno, afirma que o desempenho dos FIIs na sessão desta segunda-feira está relacionado principalmente à forte alta dos juros futuros, que pressionou as cotações dos fundos imobiliários.
Para ele, é importante separar a queda dos preços de uma eventual deterioração dos fundamentos dos fundos. Segundo o especialista, a desvalorização das cotas não significa necessariamente que os imóveis, os contratos ou a geração de renda dos FIIs tenham piorado na mesma proporção.
Em post nas redes sociais, Professor Baroni ressalta, porém, que essa distinção não elimina os riscos do novo cenário. A alta dos juros pode afetar a atratividade dos fundos imobiliários em relação a outras aplicações, além de pressionar suas cotações no mercado secundário.
O especialista destaca que o investidor precisa compreender o que mudou nos fundamentos e nas perspectivas econômicas antes de tomar decisões. A análise deve considerar fatores como a qualidade dos ativos, os contratos de locação, a capacidade de geração de renda e o impacto das condições financeiras sobre cada fundo.
Em uma análise divulgada após as eleições, Baroni também chamou a atenção para as incertezas relacionadas aos juros, à economia e aos possíveis efeitos sobre o mercado imobiliário. Embora o resultado eleitoral tenha sido definido, esses fatores continuam relevantes para o desempenho dos fundos.
Fonte: matéria publicada originalmente em InfoMoney. Reproduzimos o conteúdo aqui, com crédito ao veículo de origem.
Ler no portalContinue lendo
Selecionamos o que costuma vir junto com esse assunto na conversa com o cliente.
“Empreender é coisa de louco.” É assim que Alê Costa, fundador e CEO da Cacau Show, define a disposição de quem decide transformar uma…
Ler
A primeira semana de novembro, entre os dias 2 e 6, reúne importantes divulgações e eventos dentro e fora do Brasil. Na agenda doméstica,…
Ler
Centenas de israelenses saíram às ruas no sábado, 31, para pressionar a oposição a se aliar aos partidos árabes com o objetivo de retirar…
Ler